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Ibirama, 16 de dezembro de 2016

Um dos dados que chama a atenção é o número de partos. Mais de 700 crianças nasceram na unidade nos últimos 11 meses

Mesmo sem ter contabilizado os dados de dezembro, o Hospital Dr. Waldomiro Colautti, em Ibirama já realizou mais de 93 mil atendimentos em 2016. Os números são do pronto socorro, atendimentos ambulatoriais, procedimentos cirúrgicos, partos e exames de diagnóstico por imagem. Esses dados só comprovam que a unidade é referência em toda a região quando o assunto é média complexidade.

 

A maioria das pessoas que foram até o hospital, cerca de 45.490, procuraram o pronto socorro.  No local 69,46% dos pacientes apresentavam alguma emergência classificada como geral, 22,28% emergência pediátrica, 9,22% emergência obstetrícia, 6,46% emergência ortopédica e 1,55% receberam atendimento de enfermeiros porque seu caso não exigia  intervenção médica. Desse total 4.862 pacientes também  precisaram ficar internados no hospital de Ibirama.

Outro dado que chama a atenção é grande número de atendimentos ambulatoriais: foram quase 14 mil em onze meses. Nesse ranking a especialidade de cirurgia geral lidera com 29,62%, seguida de urologia com 13,12% e ortopedia e traumatologia com 12,39%. Já a gastroenterologia  representou 12,19% dos atendimentos.

Nesse mesmo período, profissionais do centro obstétrico trouxeram ao mundo 728 crianças: 60,11% nasceram por meio de cesárea e 39,7% de parto normal. A costureira de Presidente Getúlio, Meriele Gonçalves, teve o pequeno Victor por meio de cesárea no dia 13 de dezembro e garante que o atendimento que recebeu no hospital possibilitou um parto muito mais tranquilo. “Foi tudo muito bom. Tive apenas uma surpresa já que estava esperando uma menina que iria se chamar Laura, porque foi o que o médico disse nas três ultrassons que fiz e na hora do parto descobri que tinha nascido um menino. Só acreditei quando eu vi. Tinha comprado tudo rosa”, brinca Meriele.

Balanço positivo

Ao fazer um balanço do ano, o diretor do HDWC, Roberto Ferrari, destaca que o principal trabalho da direção e servidores foi tentar garantir a abertura da UTI, inaugurada em dezembro de 2010 e que agora finalmente deve abrir as portas no início do próximo ano. “Foi um grande trabalho desde a elaboração dos termos de referência para compra de equipamentos até as viagens semanais a Florianópolis para tratativas com a Secretaria de Estado da Saúde para encontrar viabilidade financeira. Foi um esforço muito grande durante todo o ano, mas finalmente agora estamos na reta final”, comemora o diretor.

Ele destacou que a consolidação dos trabalhos da tomografia computadorizada foi outra grande conquista de 2016 e desde sua instalação em 2015, cerca de oito mil exames foram realizados. “Hoje não temos mais demanda reprimida no Alto Vale. Esse é um exame caro, custa cerca de R$ 500 de forma particular e isso representa R$ 4 milhões economizados”, explica Roberto Ferrari.

Obras estruturais importantes também saíram do papel e já tem feito a diferença na unidade. É o caso da pintura externa, troca de parte da cobertura, instalação de uma sala para pequenos procedimentos e reforma de uma sala interdisciplinar onde trabalharão assistentes sociais, fisioterapeutas, psicólogos e um pedagogo. “É uma unidade que já tem 30 anos. Nosso hospital não é velho, mas estava na hora dele receber um primeiro cuidado e foi isso que fizemos”, enfatiza o diretor do hospital.

Metas para 2017

Se a direção do Hospital Dr. Waldomiro Colautti tem inúmeros motivos para comemorar as conquistas desse ano, também já começa a se planejar para 2017. Entre os objetivos estão a construção de uma nova capela, cujo projeto arquitetônico já foi concluído, e a construção de um novo estacionamento com capacidade para 80 vagas. “Durante a semana, temos uma grande demanda. De segunda a sexta-feira é difícil encontrar estacionamento, por isso queremos ampliar o número de vagas. A nossa intenção é retirar as lajotas do estacionamento da frente e colocar paver. As lajotas seriam colocadas na parte de trás. Essa ampliação resolveria esse problema por um bom tempo”, explica Roberto Ferrari.

Informações para a imprensa:

Helena Marquardt

Assessoria de comunicação ADR Ibirama

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