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Notícias 2014

Florianópolis, 21 de novembro de 2014

A Campanha de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo prossegue em Santa Catarina até o dia 28 de novembro. Segundo os registros da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), já foram aplicadas 369.671 doses das duas vacinas, com cobertura de 52,70% e 51,18% contra a pólio e o sarampo, respectivamente. O resultado parcial é considerado positivo e está dentro da média registrada no país.

Florianópolis, 21 de novembro de 2014.

A Secretaria de Estado da Saúde informa, a seguir, a situação das emergências dos hospitais Celso Ramos, Florianópolis, Regional de São José e Instituto de Cardiologia, nesta sexta-feira, 21 de novembro.

A emergência do Hospital Celso Ramos, em Florianópolis, atendia 28 pessoas até o fim da manhã desta sexta-feira. A situação é de normalidade na unidade de saúde. Segundo informações da instituição, havia três pacientes em estado grave. Nas últimas 24 horas, o Celso Ramos recebeu, na Emergência, 276 pessoas. Deste total de atendimentos, 116 casos são do setor de ortopedia que, em geral, envolve pessoas que sofreram acidentes de trânsito..

O Instituto de Cardiologia, que atende, via Sistema Único de Saúde, a população com problemas cardiológicos, estava atendendo, até as 14h desta sexta-feira, 09 pacientes na Emergência. Havia uma pessoa aguardando consulta. Segundo informações da direção do Instituto, 31 pacientes estão internados na Emergência (08 no semi-intensivo; nenhuma pessoa na reanimação; 09 no repouso; e outros 14 pacientes na medicação). Até o início da tarde, havia 69 pessoas nas unidades de internação e outras 09 na ala coronária. Nas últimas 24h, o ICSC atendeu 35 pessoas na Emergência e fez 12 novas internações. Há um total de 100 pacientes internados no hospital.

No Hospital Regional de São José havia, na emergência geral, 69 pacientes internados até o início da tarde desta sexta-feira. A emergência está lotada. O atendimento é feito de acordo com a gravidade dos casos, a partir da classificação de risco que é feita com cada paciente que chega. Nas últimas 24 horas, de acordo com as informações da direção do Hospital Regional de São José, houve 319 atendimentos em emergência (envolvendo emergência geral, oftalmológica e obstétrica). Na emergência pediátrica, 136 crianças foram atendidas. O quadro geral do Hospital Regional de São José é de 290 pacientes internados.

No Hospital Regional de São José, cerca de 80% dos casos que chegam à Emergência são ambulatoriais, ou seja, são situações que podem ser resolvidas nos postos de saúde. Por isso, a Secretaria de Estado da Saúde orienta a população a primeiro procurar os centros de saúde dos seus municípios. Os postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão aptos a atender situações de urgência, que são aqueles em que a pessoa não corre riscos. São casos, por exemplo, de febre e dores generalizadas. Os casos mais graves serão encaminhados para os hospitais.

Florianópolis, 21 de novembro de 2014

O Novembro Dourado, movimento que reforça a importância do diagnóstico precoce do câncer em crianças e adolescentes, é uma das ações alusivas ao Dia Nacional de Combate ao Câncer Infanto-Juvenil. Estima-se que nove mil novos casos sejam registrados no Brasil a cada ano. No entanto, a descoberta da doença na fase inicial e o tratamento em centro especializado têm garantido uma taxa de sobrevida de 73% para os pacientes tratados no Hospital Infantil Joana de Gusmão (HIJG), em Florianópolis, no período de 2009 a 2013.

A data, celebrada no dia 23 de novembro, foi instituída pela Lei nº 11.650, de 4 de abril de 2008. O objetivo é estimular os cuidados com a saúde das crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, divulgar dados sobre a doença, formas de tratamento e a importância do diagnóstico precoce do câncer, causa de morte não acidental mais freqüente nessa idade.

Os tumores malignos na criança tendem a apresentar menores períodos de latência, crescem quase sempre rapidamente, são geralmente invasivos e respondem melhor à quimioterapia. “Diferentemente do câncer do adulto, na criança as neoplasias geralmente afetam as células do sistema sangüíneo e os tecidos de sustentação, enquanto que no adulto compromete as células do epitélio, que recobre os diferentes órgãos”, explica a chefe do Setor de Oncohematologia do HIJG, centro de referência para tratamento em Santa Catarina.

O câncer não é uma doença contagiosa. Na maior parte dos casos, não se sabe por que uma criança desenvolveu um tumor. Sabemos que, em geral, as crianças não herdam o câncer dos pais e nem nascem com ele.

As neoplasias malignas mais frequentes em crianças são as leucemias, os tumores do sistema nervoso central e os linfomas. Com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, a população na faixa etária de zero a 14 anos em Santa Catarina é de 1,3 milhões de pessoas. “Se considerarmos uma média de 100 casos novos para cada milhão de população, estima-se que nosso Estado tenha de 130 a 140 novos casos de câncer em crianças nessa idade por ano”, ressalta Denise. Só no HIJG são atendidos cerca de 100 pacientes por ano.

Diagnóstico precoce

O Registro Hospitalar de Câncer do HIJG indica que, de 2004 a 2008, 87% dos casos que resultaram em morte, os pacientes não tinham a doença localizada. O diagnóstico precoce possibilita a detecção da neoplasia em estádios mais específicos, reduzindo as complicações agudas e tardias do tratamento e contribuindo para a maior porcentagem de cura.

Nesse contexto, o pediatra tem papel fundamental, pois lhe compete incluir e investigar a hipótese de câncer em algumas situações clínicas da prática pediátrica. As chances de cura, a sobrevida, a qualidade de vida do paciente, bem como a relação efetividade/custo da doença é maior quanto mais precoce for o diagnóstico do câncer.

Fique atento aos sinais e sintomas
- dores de cabeça pela manhã e vômito;
- caroços no pescoço, nas axilas e na virilha, ínguas que não resolvem;
- dores nas pernas  que não passam e atrapalham as atividades das crianças;
- manchas arroxeadas na pele, como hematomas ou pintinhas vermelhas;
- aumento de tamanho de barriga;
- brilho branco em um ou nos dois olhos quando a criança sai em fotografias com flash.

Muitos desses sintomas são semelhantes aos de várias doenças infantis comuns, mas, se eles não desaparecerem em um prazo de 7 a 10 dias, volte ao médico e insista para obter um diagnóstico mais detalhado com exames laboratoriais ou radiológicos.

Tipos de câncer mais comuns em crianças:

Leucemias (33%)

Tumores do sistema nervoso central (20%)

Linfomas (12%)

Neuroblastoma (8%)

Tumor de Wilms, dos rins (6%)

Tumores de partes moles (6%)

Tumores ósseos (5%)

Retinoblastoma, nos olhos (3%)

Linfoma de Hodgkin

Histiocitose

Tumores Germinativos

Florianópolis, 21 de novembro de 2014

Secretaria de Estado da Saúde (SES), secretarias municipais e o Ministério da Saúde (MS) promovem no início de dezembro, dois cursos para médicos e enfermeiros que atuam na Rede de Atenção às Urgências na Região da Grande Florianópolis. Os cursos fazem parte do Projeto QualiSUSRede, que visa qualificar as equipes de saúde e fortalecer a Rede de Atenção às Urgências e a Rede Cegonha implantadas em Santa Catarina.

Florianópolis, 20 de novembro de 2014.

A Secretaria de Estado da Saúde informa, a seguir, a situação das emergências dos hospitais Celso Ramos, Florianópolis, Regional de São José e Instituto de Cardiologia, nesta quinta-feira, 20 de novembro.

A emergência do Hospital Celso Ramos, em Florianópolis, atendia 29 pessoas até o fim da manhã desta quinta-feira. A situação é de normalidade na unidade de saúde. Segundo informações da instituição, havia quatro pacientes em estado grave. Nas últimas 24 horas, o Celso Ramos recebeu, na Emergência, 283 pessoas. Deste total de atendimentos, 99 casos são do setor de ortopedia que, em geral, envolve pessoas que sofreram acidentes de trânsito.

O Hospital Florianópolis estava atendendo, às 12h desta quinta-feira, dois pacientes; 35 pessoas aguardavam atendimento no saguão. Segundo informações da direção do hospital, três pacientes estão internados na emergência geral. A situação é de normalidade. Nas últimas 24 horas, o Hospital Florianópolis, que é referência em ortopedia, atendeu 105 pacientes na emergência ortopédica. Na emergência geral foram socorridas 350 pessoas, e no setor pediátrico foram atendidas 123 crianças nas últimas 24 horas.

O Instituto de Cardiologia, que atende, via Sistema Único de Saúde, a população com problemas cardiológicos, estava atendendo, até as 14h desta quinta-feira, 05 pacientes na Emergência. Não havia pessoas aguardando consulta. Segundo informações da direção do Instituto, 41 pacientes estão internados na Emergência (08 no semi-intensivo; 01 pessoa na reanimação; 10 no repouso; e outros 22 pacientes na medicação). Até o início da tarde, havia 70 pessoas nas unidades de internação e outras 10 na ala coronária. Nas últimas 24h, o ICSC atendeu 16 pessoas na Emergência e fez 12 novas internações. Há um total de 111 pacientes internados no hospital.

No Hospital Regional de São José havia, na emergência geral, 75 pacientes internados até o início da tarde desta quinta-feira. A emergência está lotada. O atendimento é feito de acordo com a gravidade dos casos, a partir da classificação de risco que é feita com cada paciente que chega. Nas últimas 24 horas, de acordo com as informações da direção do Hospital Regional de São José, houve 343atendimentos em emergência (envolvendo emergência geral, oftalmológica e obstétrica). Na emergência pediátrica, 173 crianças foram atendidas. O quadro geral do Hospital Regional de São José é de 283 pacientes internados.

No Hospital Regional de São José, cerca de 80% dos casos que chegam à Emergência são ambulatoriais, ou seja, são situações que podem ser resolvidas nos postos de saúde. Por isso, a Secretaria de Estado da Saúde orienta a população a primeiro procurar os centros de saúde dos seus municípios. Os postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão aptos a atender situações de urgência, que são aqueles em que a pessoa não corre riscos. São casos, por exemplo, de febre e dores generalizadas. Os casos mais graves serão encaminhados para os hospitais.